Descolamento da retina: o que eu devo fazer?

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descolamento da retina

Segundo dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), no Brasil, cerca de 20 mil casos de descolamento da retina acontecem ao ano. A maior parte desses pacientes que chegam aos consultórios com essa condição são idosos, diabéticos e crianças prematuras. O surgimento do descolamento da retina é multifatorial, ou seja, diversos fatores podem servir de estopim para desencadear o problema. Aprenda a identificar os sintomas e saiba como é possível reverter o quadro no artigo abaixo.

Entendendo os primeiros sintomas

Um dos primeiros relatos dos pacientes é a queixa sobre estar enxergando flashes de luzes. Outros apresentam a sensação de estarem vendo manchas que se movem – as chamadas moscas volantes. Há ainda quem experimente a perda parcial da visão em alguns momentos do dia, retornando ao normal logo em seguida. Todos esses sintomas não são necessariamente acompanhados por dores ou outros desconfortos. Justamente por isso, muitos pacientes demoram para procurar ajuda, colocando sua visão em risco.

A primeira coisa a ser feita ao começar a experimentar sensações como essas é procurar um oftalmologista de confiança para descartar a possibilidade de ter acontecido o descolamento da retina.

Os próximos passos

Após conseguir atendimento com o oftalmologista, o médico irá encaminhar o paciente para diversos exames a fim de descartar ou não o descolamento da retina. É comum que mais de um exame seja pedido para descartar outras doenças, entender como o descolamento aconteceu e verificar as condições da retina. Um deles é o oftalmoscópio, que consegue mostrar toda a face interna do olho. No ultrassom é possível ter um mapeamento de toda a retina, mostrando bem as condições de toda a superfície. Outros exames, como a retinografia e a angiofluoresceinografia, também podem ajudar o médico a identificar melhor as condições da retina e dos outros tecidos oculares.

descolamento da retina

Soluções para o descolamento da retina

Se diagnosticado e tratado logo no início, o descolamento da retina é passível de remissão. Quando ignorados os sintomas ou quando o tratamento é postergado, o paciente pode vir a apresentar perda total e irreversível da visão. Por isso, para esse caso, o atendimento deve ter caráter emergencial.

O paciente não pode ter receio de relatar ao médico todos os sintomas antes mesmo da consulta, para que o médico entenda que o caso pode ser de descolamento da retina.

Depois de os exames concluídos e com o resultado para essa condição em mãos, o médico encaminhará o paciente para a única solução possível para o caso, a cirurgia. Dependendo do caso, o médico encaminhará o paciente para o melhor método de cirurgia disponível conforme as necessidades e condições apresentadas nos exames. Entre elas, estão a retinopexia com intraflexão escleral, onde uma pequena fita de silicone é amarrada no olho, a fim de vedar as rupturas. Outra é a criopexia, (sonda de gelo) ou fotocoagulação a laser, qua ajuda a cicatrização, sendo capaz também, de fixar a retina às camadas subjacentes, e ainda é possível ser realizada a retinopexia pneumática, onde bolhas de gás inseridas no olho empurram a retina de volta ao seu lugar.

Qual cirurgia será mais efetiva para cada caso, só o médico oftalmologista poderá responder, com base nos exames.

Quer mais informações sobre o descolamento da retina, doenças nos olhos e como preveni-las? Acesse nosso blog e conheça esses e outros métodos para cirurgias oftalmológicas.

 

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